domingo, 15 de novembro de 2009

A POLÍTICA DO ENSINO DE SURDOS


Acredito que ainda nos dias atuais,muitas escolas utilizam um ensino voltado para os alunos ouvintes, esquecendo-se dos alunos que possuem alguma necessidade especial tratando-os como doentes. O texto Harlan Lane, abrange as dificuldades que as pessoas surdas se deparam para poder fazer parte da sociedade em que vivem. Onde são excluídas de um conjunto de escolhas pré-determinadas por pessoas ouvintes.
Acredito que excluindo as diferenças não chegaremos a lugar nenhum, estaremos contribuindo para a degradação da conquista constante de uma educação de qualidade. É necessário que a comunidade surda e comunidade ouvinte se sensibilizem e lutem pelos seus direitos enfrentando todos os desafios que lhe são impostos. Os mesmos sabem que não são incapazes, podendo criar leis sobre Ensino Bilíngüe, possibilitando a mudança dentro da educação como um todo, proporcionando qualidade apropriada para alunos surdos. Como formação de professores em Língua de Sinais, para ensinar esses alunos.Temos que desbrvar este "rio" desconhecido e saber lidar com as surpresas que o mesmo nos apresenta.

domingo, 8 de novembro de 2009

OLIVEIRA, Marta Kohl de. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem.


Acredito que os conceitos relevantes para a prática pedagógica, não devem se desenvolver no processo de aprendizagem isoladamente, mas sim num conjunto de fatos e situações. Como na identificação das dificuldades dos alunos. A especificidade etária e cultural, valorizar sua experiência de vida, Saber lidar com estes saberes adequando-os e respeitando o limite e tempo, onde o adulto possui uma estabilidade e ausência de mudanças, usando do processo de ensinar e aprender. Não o vendo como uma “criança”, mas sim como um aluno diferente das escolas regulares.

domingo, 1 de novembro de 2009

Temas geradores


Acredito que a proposta pedagógica por temas geradores, e suas implicações nas práticas docentes com jovens e adultos, nos fazem refletir sobre o processo que vai pesquisar a proposta educacional desenvolvida dentro das escolas, coligando com as idéias e os princípios da pedagogia freireana da metodologia do tema gerador que vai estabelecer as estratégias metodológicas necessárias e como vai acontecer este processo na construção coletiva da descoberta da aprendizagem.
Apontando assim caminhos inovadores para que a escola adquira a perspectiva de sustentar o processo, não apenas educacional, mas, sobretudo, dos temas sociais e políticos na comunidade escolar como um todo.

sábado, 24 de outubro de 2009

Pedagogia de Projetos


De acordo com Santomé (1998, p. 204), a Pedagogia de Projetos“o principal ponto de partida do método de projetos deriva da seguinte filosofia: por que não fazer dentro da sala de aula o que se faz continuamente na rua, no ambiente virtual verdadeiro?”. Assim, continua este autor, “o método de projetos desenvolve-se com a finalidade de resolver os problemas de meninos e meninas em suas vidas cotidianas, como construir uma cabana, preparar uma festa local, construir uma pequena horta, proteger e ajudar um animal ferido, etc.”Muitos são os aspectos positivos e desafiadores sobre o Método de Projetos que surgiu como uma proposta que se caracteriza como uma forma de integração curricular, rompendo e desafiando métodos tradicionais, preocupando-se com a importância que deve acompanhar o trabalho pedagógico de modo a provocar no aluno a vontade de saber, organizando conhecimentos. Isso resultará na participação em tudo que se refere à realização do projeto. Obtendo aprendizagens significativas é de estrema importância. Esta atuação do grupo de alunos só vem a favorecer e possibilitará a eficácia na construção do conhecimento. A vontade de socializar as propostas curriculares foi a grande impulsionadora do Método de Projetos. Acredito que agindo desta forma, estará contribuindo para a construção novos conhecimento.

sábado, 17 de outubro de 2009

Práticas de leitura, escrita e oralidade no ambiente doméstico.


Ao solicitar que uma aluna narrasse uma história, a mesma tem seis anos que cursa o Primeiro Ano. É amável,agitada ,não para quieta por muito tempo, contou a história mas ao mesmo tempo prestava atenção nos fatos que estavam acontecendo ao seu redor, gosta de muito de conversar. Percebi que a aluna faz arranjos em seus pensamentos, brinca com a ficção, com o faz de conta, “Pensamento Infantil – narrativa da criança”, e descobre uma habilidade própria de lidar com essa história. Aprendendo com esta narrativa a viver e elaborar sentimentos. A aluna foi natural ao contar à mesma, demonstrou desembaraço. Constata-se que no decorrer da narrativa, a menina é muito expressiva, tornando tudo possível em sua imaginação, contando fatos ocorridos sobre sua vida. Ficção e relato de experiências vividas pela mesma. Nascendo aí um discurso narrativo, fundamental para a composição da expressão dos alunos.
Conforme Maria Virgínia Gastaldi, "A narrativa (primeira estrutura da oralidade com que a criança tem contato em seu cotidiano) é, portanto, o que modela e estimula a atividade mental."
Acredito que esta narrativa se desenvolveu porque a aluna Keter ainda não esta alfabetizada, que necessitamos proporcionar condições para que a aluna aumente o que já está constituído. Segundo Maria Virgínia o Educador necessita constituir, incentivar o aluno a prosseguir em suas expressões, melhorando cada vez mais.
Acredito que esta narrativa da aluna, é de extrema reflexão de suas experiência vivida, grande expressividade, e capacidade criadora que descobri exclusivamente na narração da aluna durante o diálogo com a mesma.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Filme” Seu nome é Jonas


Acredito que a história do menino surdo chamado Jonas,que passou por inúmeras descriminações por motivo de sua deficiência auditiva,seria um pouco diferente nos dias de hoje. A linguagem dos sinais é vista nos dias atuais na comunidade, como um modo de comunicação entre surdos. Certamente que ainda há muitas descriminações de todas as formas, escolas que não incluem estes alunos por não estarem preparadas para ensinar a linguagem dos sinais e alfabetizá-las, mas também existem inúmeras oportunidades, para as famílias, onde as mesmas têm a chance de sentir-se acolhidas pela sociedade, em um espaço escolar especializado, onde os sinais são utilizados para a comunicação, adquirido a aprendizagem da língua dos sinais. No meu ver de educadora, temos que acolher estes Jonas que nos são apresentados. Não devemos excluí-los da sociedade, pois somos todos iguais em nossas emoções e sentimentos, não importando a forma de comunicação.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Apresentação PAs Quais os métodos de alfabetização? Existe um mais eficaz?


Na aula Presencial, no Pólo de Gravataí, do dia 06/10/2009, da Interdisciplina de Seminário Integrador VII, os componentes do Grupo 8, apresentaram o trabalho de construção do PAS,através de uma pergunta norteadora,"Quais os métodos de alfabetização? Existe um mais eficaz?". Trabalhamos com mapas conceituais, pesquisas em sites, entrevistas de professores alfabetizadores, criamos paginas com questões de dúvidas e certezas, página da interação do grupo. O trabalho foi compartilhado com todos os colegas do PEAD de Gravataí,na colocação das aprendizagens de cada grupo que se apresentava.
Acredito que não exista um método de alfabetização mais ou menos eficaz, e sim acredito na forma como o mesmo é aplicado, quais as estratégias que o professor irá usar, qual o comprometimento das escolas, professores com formação adequada, e órgãos governamentais para que este método seja realmente eficaz, visando uma aprendizagem de qualidade.
Segundo Hara (1992), “não é o método que se elege que promove a alfabetização, mas é todo um conjunto de conhecimentos e a postura intelectual que adotamos com relação aos sujeitos e ao objeto da aprendizagem”.